Hugo Jordão

O Pai dos pais

17/08/2026 Hugo Jordão

O Pai dos Pais

João 5:17-18

“Contudo, Jesus lhes afirmou: ‘Meu Pai continua trabalhando até agora, e Eu também estou trabalhando.’ Por essa razão, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, pois não somente estava violando o sábado, mas também declarava que Deus era seu próprio Pai.”

“Deus é bom demais! Mais um dia começando... Meu nome é Hugo Jordão e o tema do devocional de hoje é “O Pai dos Pais””

Deus é Pai

Quando pensamos em Deus, muitas palavras podem surgir em nossa mente.

Senhor.

Criador.

Todo-Poderoso.

Rei.

E todas elas estão corretas.

Mas Jesus nos apresentou uma dimensão ainda mais íntima desse relacionamento:

Deus é Pai.

Quando Jesus chamou Deus de Seu próprio Pai, os religiosos ficaram escandalizados.

Eles conheciam Deus como o Senhor da nação.

Mas Jesus demonstrava uma intimidade que eles não conseguiam compreender.

A intimidade de um filho com seu Pai.

O padrão da paternidade

A paternidade é uma das maiores bênçãos e responsabilidades que alguém pode receber.

Mas onde encontramos o modelo para exercê-la?

Em Deus.

Ele é o Pai dos pais.

Antes de olharmos para qualquer referência humana, precisamos olhar para Ele.

É no caráter de Deus que encontramos o padrão de amor, cuidado, proteção, correção, provisão e presença.

Quando retiramos Deus dessa referência, começamos a construir a paternidade segundo nossos próprios conceitos.

E nenhum modelo humano consegue substituir o padrão perfeito que encontramos no Pai.

Protegendo a figura do pai

A família precisa da presença de pais que compreendam a importância do papel que receberam.

Quando a figura paterna é enfraquecida, toda a estrutura familiar pode sofrer.

Por isso, precisamos valorizar homens que assumam sua responsabilidade diante de Deus e da família.

Pais que amam.

Pais que protegem.

Pais que ensinam.

Pais que corrigem.

Pais que estão presentes.

Mas, acima de tudo:

Pais que olham para Deus como seu maior exemplo.

Nenhum homem será um pai perfeito.

Mas todo pai pode aprender com Aquele que é.

De servos a filhos

A obra de Jesus na cruz nos concedeu um privilégio extraordinário.

Não fomos chamados apenas para servir a Deus.

Fomos recebidos como filhos.

Existe uma diferença enorme entre enxergar Deus apenas como um Senhor distante e reconhecê-Lo como Pai.

Um Pai que conhece você.

Um Pai que se importa.

Um Pai que cuida.

Um Pai que corrige.

Um Pai que ama.

Um Pai que permanece presente.

Por meio de Jesus, podemos nos aproximar de Deus com a segurança de quem sabe que pertence à família.

Um Pai que nunca falha

Talvez sua referência terrena de paternidade tenha sido maravilhosa.

Talvez não.

Pais humanos possuem limitações.

Eles podem acertar e errar.

Podem estar presentes em alguns momentos e falhar em outros.

Mas nossa compreensão sobre Deus não pode ficar limitada às experiências que tivemos com nossos pais terrenos.

Deus é o padrão.

Ele é o Pai perfeito.

Seu amor não falha.

Seu cuidado não termina.

Sua presença não desaparece.

E quanto mais conhecemos Seu coração, mais aprendemos o verdadeiro significado de sermos filhos.

Vamos orar?

“Pai, muito obrigado porque através de Jesus eu posso me aproximar de Ti como filho. Ajuda-me a não Te enxergar apenas como um Deus distante, mas como meu Pai amado, que cuida de mim e conhece cada detalhe da minha vida. Cura toda visão errada que eu possa ter sobre a paternidade e ensina-me a conhecer o Teu coração. Que os pais possam encontrar em Ti o modelo para amar, proteger, ensinar e cuidar de suas famílias. Obrigado porque o Senhor é o Pai que nunca falha. Em Nome de Jesus. Amém.”

Desafio do dia

Pare por alguns instantes.

Esqueça as palavras complicadas.

Não tente fazer uma oração elaborada.

Simplesmente fale com Deus como um filho fala com seu pai.

Diga:

“Oi, Pai. Muito obrigado por tudo. Me ajuda a Te enxergar como o meu Pai.”

E permaneça alguns minutos nessa presença.

Lembre-se:

Antes de qualquer modelo terreno, existe um Pai perfeito no céu.

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E não se esqueça: DEUS É BOM!

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