Quando a empolgação passa
Mateus 26:40-41
“Então, voltou aos seus discípulos e os encontrou dormindo. ‘Vocês não puderam vigiar comigo nem por uma hora?’, perguntou ele a Pedro. ‘Vigiem e orem para que não caiam em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca.’”
“Deus é bom demais! Mais um dia começando... Meu nome é Hugo Jordão e o tema do devocional de hoje é ‘Quando a empolgação passa’.”Existem momentos em nossa caminhada com Deus em que estamos extremamente empolgados. Saímos de um culto querendo mudar tudo, ouvimos uma palavra que toca nosso coração e pensamos: “Agora vai ser diferente.” Queremos orar mais, ler mais a Bíblia, servir mais, abandonar determinados hábitos e fazer grandes coisas para Deus.Mas alguns dias passam. A rotina volta, o cansaço aparece e aquela empolgação diminui. É justamente nesse momento que descobrimos uma verdade importante: a fé que depende apenas da empolgação dificilmente permanece quando chegam os dias difíceis.
Pedro no monte: “Vamos fazer alguma coisa!”
Em Mateus 17, Jesus leva Pedro, Tiago e João para um alto monte. Ali acontece algo extraordinário: Jesus é transfigurado diante deles. Seu rosto resplandece como o sol, Suas roupas ficam brancas como a luz e Moisés e Elias aparecem conversando com Ele.Pedro fica tão impressionado com aquela experiência que imediatamente apresenta uma ideia: “Senhor, é bom estarmos aqui. Se quiseres, farei aqui três tendas: uma para Ti, uma para Moisés e outra para Elias.”Perceba uma coisa interessante: Jesus não havia pedido nenhuma tenda. Pedro simplesmente estava tão empolgado com aquilo que estava acontecendo que queria fazer alguma coisa. Era um momento extraordinário, sobrenatural, emocionante. E naquele ambiente não faltava disposição.Quantas vezes somos exatamente assim? Em determinados momentos dizemos: “Senhor, pode contar comigo! Eu faço qualquer coisa!” A emoção é verdadeira, nossa intenção também pode ser sincera, mas ainda existe uma diferença entre estar disposto durante um momento extraordinário e permanecer obediente quando a experiência termina.
Pedro no jardim: “Você não conseguiu vigiar uma hora?”
Algum tempo depois, encontramos Jesus novamente com Pedro, Tiago e João. Mas agora o cenário é completamente diferente.Não existe transfiguração. Não existem Moisés e Elias. Não existe aquela experiência gloriosa no alto do monte. Estamos no Getsêmani, poucas horas antes da prisão e da crucificação de Jesus.Cristo está profundamente angustiado e faz um pedido muito simples aos discípulos: “Fiquem aqui e vigiem comigo.”Dessa vez, Jesus pediu.No monte, Pedro estava disposto a fazer algo que Jesus nunca havia mandado. No jardim, Jesus dá uma orientação clara, mas Pedro adormece.Jesus volta e pergunta: “Vocês não puderam vigiar comigo nem por uma hora?” Depois se afasta novamente para orar e, quando retorna, encontra os discípulos dormindo outra vez. Isso acontece três vezes.No monte havia empolgação para fazer o que Jesus não pediu. No jardim faltou constância para fazer exatamente aquilo que Jesus mandou.
É muito mais fácil obedecer quando estamos empolgados
Esse contraste não serve apenas para apontarmos o dedo para Pedro. Ele revela algo que também acontece conosco.Talvez durante um culto você tenha decidido que começaria a orar todos os dias. Mas chegou segunda-feira, o despertador tocou e você preferiu dormir mais um pouco. Talvez tenha ouvido uma mensagem sobre perdão e pensado imediatamente em alguém que precisava perdoar. Naquele momento parecia claro, mas quando encontrou a pessoa novamente, a mágoa falou mais alto.Ou talvez você já tenha decidido abandonar um pecado inúmeras vezes. Enquanto estava emocionado, parecia fácil. Mas quando a tentação apareceu novamente, descobriu que uma decisão emocional não substitui uma vida de vigilância.Jesus conhece nossa fraqueza. Por isso Ele diz: “O espírito está pronto, mas a carne é fraca.”O problema não é sentir empolgação. Existem momentos maravilhosos na presença de Deus, e devemos aproveitá-los. O problema é acreditar que essa emoção será suficiente para sustentar toda a nossa caminhada.
Fé não é fazer grandes promessas para Deus
Às vezes somos muito rápidos para dizer a Deus aquilo que faremos por Ele.“Senhor, vou mudar.” “Vou começar.” “Vou parar.” “Pode contar comigo.”Mas talvez antes de oferecer algo que Deus não pediu, precisemos voltar nossa atenção para aquilo que Ele já pediu.Você não precisa inventar uma grande missão para provar que ama Jesus. Existem orientações muito claras nas Escrituras: ore, perdoe, ame, sirva, fuja do pecado, fale a verdade, cuide da sua família, seja generoso, permaneça em comunhão e faça discípulos.Maturidade espiritual não é fazer grandes promessas para Deus. É obedecer com constância àquilo que Ele já falou.
Vigiar e orar
Jesus não apenas aponta a fraqueza dos discípulos. Ele também mostra o caminho: “Vigiem e orem para que não caiam em tentação.”Vigiar significa reconhecer nossas vulnerabilidades. Se você sabe onde costuma cair, não deveria caminhar distraidamente naquela direção. Se determinado ambiente, conversa, relacionamento ou hábito frequentemente conduz você ao pecado, não espere chegar ao limite para tentar resistir.E ore.A oração nos lembra de que não vencemos pela força do nosso próprio braço. Como vimos nos últimos devocionais, nossa vida com Deus não é construída na autossuficiência. Precisamos do Espírito Santo.Vigilância reconhece o perigo. Oração reconhece nossa dependência de Deus.
O que você faz quando não está com vontade?
Talvez essa seja uma boa maneira de avaliar nossa constância espiritual.O que acontece quando você não está empolgado?Você continua orando quando não sente nada extraordinário? Continua lendo a Palavra quando o texto não provoca uma grande emoção? Continua obedecendo quando seria mais confortável fazer sua própria vontade? Continua servindo quando ninguém percebe? Continua perdoando quando a lembrança da ferida retorna?É nesses momentos que nossa fé começa a criar raízes.Existem dias de monte e existem dias de jardim. Haverá momentos extraordinários na presença de Deus, mas grande parte da vida cristã acontece na rotina, quando ninguém está olhando e precisamos simplesmente decidir novamente: “Hoje eu vou obedecer.”
Quando a empolgação passar, permaneça
Pedro falhou no Getsêmani, mas sua história não terminou naquela noite. Depois da ressurreição, Jesus o restaurou. Mais tarde, fortalecido pelo Espírito Santo, aquele mesmo Pedro se tornaria uma das principais testemunhas do Evangelho.Isso também nos ensina algo.Talvez você já tenha feito muitas promessas que não cumpriu. Talvez tenha começado várias vezes e parado. Talvez reconheça que sua caminhada com Deus dependeu demais de momentos de empolgação.Não use isso como motivo para desistir.Volte. Ore. Vigie. Obedeça novamente.Deus não está procurando apenas pessoas capazes de se emocionar diante dEle. Ele está formando discípulos que aprendem a permanecer.A empolgação pode iniciar muitas coisas. Mas é a constância na obediência que nos mantém caminhando quando a empolgação passa.
Vamos orar?
“Senhor Deus, perdoa-me pelas vezes em que eu sabia exatamente o que deveria fazer, mas não obedeci. Perdoa-me pelas promessas que fiz em momentos de empolgação e abandonei quando a emoção passou. Não quero viver um Evangelho superficial, dependente apenas daquilo que sinto. Ensina-me a vigiar e orar, reconhecendo minhas fraquezas e dependendo do Teu Espírito. Dá-me graça para permanecer fiel nos dias extraordinários e também nos dias comuns, escolhendo obedecer à Tua Palavra mesmo quando eu não estiver com vontade. Em Nome de Jesus. Amém.”
Desafio do dia
Pense em uma orientação de Jesus que você já conhece, mas continua adiando. Talvez seja perdoar alguém, abandonar um pecado, voltar a orar, reconciliar-se com alguém, servir, pedir perdão ou simplesmente retomar algo que você sabe que Deus já colocou diante de você.Não espere sentir vontade novamente. Dê hoje um passo concreto de obediência.Porque seguir Jesus não é apenas dizer “eu faria qualquer coisa por Ti” quando estamos no monte.É também conseguir dizer “eu vou obedecer” quando chegamos ao jardim.
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Quando a empolgação passa
Mateus 26:40-41
“Então, voltou aos seus discípulos e os encontrou dormindo. ‘Vocês não puderam vigiar comigo nem por uma hora?’, perguntou ele a Pedro. ‘Vigiem e orem para que não caiam em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca.’”
Deus é bom demais! Mais um dia começando... Meu nome é Hugo Jordão e o tema do devocional de hoje é “Quando a empolgação passa”.Existem momentos em nossa caminhada com Deus em que estamos extremamente empolgados. Saímos de um culto querendo mudar tudo, ouvimos uma Palavra que toca nosso coração e pensamos:
“Agora vai ser diferente.”
Queremos orar mais. Ler mais a Bíblia. Servir mais. Abandonar hábitos. Fazer grandes coisas para Deus.Só que os dias passam.A rotina volta. O cansaço aparece. A emoção diminui.E então descobrimos uma verdade importante:A empolgação pode nos fazer começar. Mas somente ela não consegue nos fazer permanecer.
Duas cenas. Os mesmos discípulos. Comportamentos completamente diferentes.
Para entender isso, precisamos observar dois momentos da vida de Pedro, Tiago e João.No primeiro, Jesus não pede nada — e Pedro quer fazer tudo.No segundo, Jesus faz um pedido simples — e eles não conseguem cumprir.Essa diferença revela muito sobre nossa própria caminhada com Deus.
1. NO MONTE: “Senhor, vamos fazer alguma coisa!”
📖 Mateus 17:1-2Jesus leva Pedro, Tiago e João para um alto monte. Ali acontece algo extraordinário: Cristo é transfigurado diante deles.Seu rosto resplandece como o sol. Suas roupas se tornam brancas como a luz. Moisés e Elias aparecem.Imagine estar diante daquela cena.Pedro fica tão impressionado que imediatamente diz:
“Senhor, é bom estarmos aqui. Se quiseres, farei aqui três tendas: uma para Ti, uma para Moisés e outra para Elias.”
Existe um detalhe interessante:Jesus não pediu nenhuma tenda.Pedro estava tão empolgado que começou a oferecer coisas que Cristo nem havia solicitado.E nós também fazemos isso.“Senhor, pode contar comigo!” “Eu vou mudar completamente!” “Agora vou fazer tudo diferente!” “Vou fazer isso e aquilo para Ti!”Não existe necessariamente algo errado com essa empolgação. O problema começa quando confundimos entusiasmo espiritual com maturidade espiritual.
NO MONTE
Jesus não pediu. Pedro se ofereceu.Havia glória. Pedro estava animado.Havia uma experiência extraordinária. Pedro queria fazer alguma coisa.Agora observe o contraste.
2. NO JARDIM: “Você não conseguiu vigiar uma hora?”
📖 Mateus 26:36Algum tempo depois, Jesus chama exatamente os mesmos discípulos: Pedro, Tiago e João.Mas agora não existe transfiguração.Não existem Moisés e Elias.Não existe aquela experiência gloriosa.Existe um jardim.E Jesus está profundamente angustiado porque a cruz está próxima.Dessa vez, Cristo faz um pedido muito claro:
“Fiquem aqui e vigiem comigo.”
Agora Jesus pediu.Não era necessário construir nada. Não era necessário organizar nada extraordinário. Não era necessário apresentar nenhuma grande ideia.Era apenas:Fique. Vigie. Ore.Mas quando Jesus volta...Eles estão dormindo.
O contraste é impressionante
NO MONTE
NO JARDIM
Jesus não pediu
Jesus pediu
Pedro queria fazer
Pedro dormiu
Havia empolgação
Havia cansaço
Havia uma experiência extraordinária
Havia uma responsabilidade simples
Pedro ofereceu muito
Não conseguiu fazer o básico
No monte, Pedro estava disposto a fazer aquilo que Jesus não havia pedido.No jardim, ele não conseguiu fazer aquilo que Jesus claramente havia mandado.
É muito fácil oferecer grandes coisas para Deus quando estamos empolgados. Difícil é continuar obedecendo quando a empolgação passa.
Talvez façamos exatamente a mesma coisa
Quantas vezes saímos de um culto dizendo:“A partir de amanhã vou orar todos os dias.”Então chega amanhã.O despertador toca.E dormimos mais um pouco.Ouvimos uma mensagem sobre perdão e pensamos:“Eu preciso perdoar aquela pessoa.”Mas encontramos a pessoa novamente, a lembrança daquilo que aconteceu volta e pensamos:“Ainda não.”Decidimos abandonar um pecado.Estamos determinados.Até que a tentação aparece novamente.
É justamente aí que descobrimos:
Boa intenção não substitui obediência.Emoção não substitui disciplina.Empolgação não substitui perseverança.
“O espírito está pronto, mas a carne é fraca”
Jesus sabia que os discípulos O amavam.Pedro amava Jesus.O problema não era ausência de amor.Por isso Cristo diz:
“O espírito está pronto, mas a carne é fraca.”
Você pode amar Jesus sinceramente e ainda precisar lutar contra sua própria fraqueza.Pode querer fazer aquilo que é correto e, mesmo assim, enfrentar resistência.Pode desejar abandonar um pecado e ainda ser tentado.É justamente por isso que Jesus não disse apenas:“Tenham boas intenções.”Ele disse:
“Vigiem e orem.”
VIGIAR + ORAR
VIGIAR
É reconhecer onde você costuma cair.Se você conhece sua fraqueza, não caminhe distraidamente em direção a ela.Pergunte:
Onde normalmente sou tentado?
Que situações despertam isso em mim?
Quais ambientes preciso evitar?
Quais limites preciso estabelecer?
O que normalmente acontece antes das minhas quedas?
Vigilância é parar de brincar com aquilo que você sabe que pode derrubá-lo.
ORAR
É reconhecer que você não consegue vencer sozinho.Não basta identificar a fraqueza.Precisamos depender de Deus.Orar é dizer:
“Senhor, eu sei onde sou fraco. Preciso da Tua força.”
Vigilância reconhece o perigo. Oração reconhece nossa dependência.Precisamos dos dois.
Pare de oferecer aquilo que Jesus não pediu
Talvez você esteja preocupado em descobrir alguma grande coisa para fazer para Deus.Mas antes disso existe uma pergunta mais simples:
Você está fazendo aquilo que Ele já pediu?
Antes de pensar em algo extraordinário...Ore.Perdoe.Fale a verdade.Fuja do pecado.Sirva.Ame.Cuide da sua família.Permaneça em comunhão.Leia a Palavra.Obedeça.
Talvez Deus não esteja esperando uma grande promessa sua. Talvez esteja esperando sua obediência naquilo que Ele já falou.
O verdadeiro teste acontece depois que a emoção passa
Qualquer pessoa consegue estar animada durante um momento extraordinário.Mas e na segunda-feira?Quando ninguém está vendo?Quando você não está sentindo nada?Quando orar parece difícil?Quando a Bíblia não parece emocionante?Quando obedecer custa alguma coisa?Quando perdoar dói?Quando permanecer exige esforço?
A pergunta não é apenas:
“O que você faz quando sente Deus perto?”A pergunta também é:“O que você faz quando não sente nada extraordinário?”É aí que a constância começa a aparecer.
Existem dias de monte e dias de jardim
Haverá momentos extraordinários em nossa caminhada.Momentos em que sentimos profundamente a presença de Deus.Cultos marcantes.Orações especiais.Experiências que jamais esqueceremos.Aproveite esses momentos.Mas entenda:Grande parte da vida cristã não acontece no monte da transfiguração.Acontece no cotidiano.No quarto.Na rotina.Na decisão silenciosa de obedecer quando ninguém está vendo.
NO MONTE, É FÁCIL DIZER:
“Senhor, eu faço qualquer coisa!”
NO JARDIM, JESUS PERGUNTA:
“Você consegue permanecer comigo?”
E se você já falhou?
Pedro falhou.Dormiu quando deveria vigiar.Depois, poucas horas mais tarde, negaria Jesus três vezes.Mas sua história não terminou ali.Jesus restaurou Pedro.E aquele homem impulsivo, que tantas vezes começou movido pela emoção, foi transformado pelo Espírito Santo em alguém capaz de permanecer firme mesmo diante da perseguição.Isso significa que suas falhas anteriores não precisam definir seus próximos passos.Talvez você já tenha começado e parado várias vezes.Talvez tenha feito promessas que não cumpriu.Talvez esteja cansado de dizer:“Dessa vez vai.”Então não faça apenas mais uma grande promessa.Comece novamente com uma pequena obediência.
Volte.Vigie.Ore.Obedeça.E amanhã, faça novamente.
A fé que permanece
Deus não está formando pessoas que apenas sabem se emocionar diante dEle.Ele está formando discípulos.Pessoas que permanecem quando o culto termina.Que obedecem quando ninguém está olhando.Que continuam quando não estão com vontade.Que não dependem de uma experiência extraordinária para continuar caminhando.A empolgação pode colocar você de pé.Mas é a constância na obediência que mantém você caminhando.
Vamos orar?
“Senhor Deus, perdoa-me pelas vezes em que eu sabia exatamente o que deveria fazer, mas não obedeci. Perdoa-me pelas promessas que fiz nos momentos de empolgação e abandonei quando a emoção passou. Eu não quero viver um Evangelho superficial, sustentado apenas por aquilo que sinto. Ensina-me a vigiar e orar, reconhecendo minhas fraquezas e dependendo do Teu Espírito. Dá-me graça para permanecer fiel nos dias extraordinários e também nos dias comuns. Que eu aprenda a obedecer à Tua Palavra mesmo quando não estiver com vontade. Em Nome de Jesus. Amém.”
Desafio do dia
Existe alguma coisa que Jesus já deixou claro, mas você continua adiando?Talvez seja:→ perdoar alguém; → abandonar um pecado; → voltar a orar; → pedir perdão; → retomar sua comunhão com Deus; → servir; → corrigir uma atitude.Escolha uma.E faça alguma coisa concreta hoje.Não espere o próximo culto.Não espere uma emoção forte.Não espere “sentir vontade”.
No monte, Pedro queria fazer aquilo que Jesus não pediu.
No jardim, faltou força para fazer aquilo que Jesus pediu.
Que nossa fé não seja construída apenas nos momentos de empolgação.Quando a empolgação passar, permaneça.
Compartilhe esse devocional para quem você ama, me siga no Instagram @hugorjordao
E não se esqueça: DEUS É BOM!